• Spike Lee e Camila

    Em um breve momento e único, durante as gravações do documentário "Go Brazil Go", em Salvador/Bahia.

  • Mulheres Lindas

    Em um bate papo com a jornalista Luciana Barreto e com a fotógrafa Natasha Montier as energias são recarregadas, os sonhos são compartilhados e muito aprendizado em cada instante de suas falas.

  • Mundo do Cinema

    No 8º Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Caribe Zózimo Bulbul, em maio e junho de 2015, no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

México: Não tirei férias em Acapulco, mas trabalhei em Guadalajara 0/

Sempre quis passar férias em Acapulco, para ser mais específica no hotel com toda a turma de Chaves que nem naquele episódio que eles tiram férias em Acapulco e é só confusão e diversão. Bom, como as minhas viagens nunca são de férias, e eu não estou reclamando disso, até porque eu amo viajar a trabalho, aí aproveito a oportunidade para conhecer os lugares também. Essa é uma ótima opção para quem não pode tirar férias por enquanto. 

Nessa última viagem, no final de novembro e início de dezembro deste ano, fomos para Guadalajara a convite do projeto “Novembro Negro Expandido” do programa Flotar que integrava a programação oficial da 31ª Feira Internacional del Libro de Guadalajara.  Este projeto teve a curadoria de Juci Reis, uma baiana que conheci pessoalmente em New York no ano passado, mas antes disso já estávamos em contato, pois era a minha primeira viagem internacional e precisa de ajuda em vários sentido, para adquirir passagens aéreas, passaporte, visto, locais de hospedagens, dicas da cidade. Nesse momento, sem nos conhecermos pessoalmente, Juci deu uma consultoria online bastante válida e pessoalmente nos encontramos em um evento que participara em NYC com o seu livro “Africadeus: O repercutir da música negra”, sob a trajetória do músico e compositor Naná Vasconcelos”. E assim começou a surgir uma parceria profissional. Alguns projetos, alguns editais e a concretização desse “Novembro Negro Expandido”. Essa solidariedade e respeito pelo o trabalho uma da outra, me levou a conhecer a historiadora Manu Nascimento, que também integrava a equipe (uma dupla de duas kkkk) que foi da Bahia para participar da Destinação Brasil na 31ª Feira Internacional del Libro de Guadalajara. Manu foi com o trabalho que fez para o livro “Africadeus: O repercutir da música negra” e eu fui com a revista eletrônica Acho Digno para fazer a cobertura jornalista desta ocasião. Sabe aquele ditado que foi muito gritado na Marcha das Mulheres Negras em Brasília em 2015? “Uma sobe e leva a outra”, pois bem aqui isso acontece na prática, no carinho, no afeto, na troca e já aviso que ainda neste mês vamos lançar uma edição especial da Acho Digno Internacional / México e outros países, com artigos sobre essas e outras culturas tão rica quanto a nossa. 

O trio: Camila de Moraes, Juci Reis e Manu Nascimento nos preparativos para a viagem para o México

Guadalajara é a capital do estado Jalisco, no México, a cidade que sediou a Copa de 70, hoje em dia é considerada a segunda maior cidade do México, bem desenvolvida. A cidade foi fundada em 1542. O centro histórico é bem interessante, lá vi uma outra realidade, pois fiquei hospedada em um bairro próximo da Feira del Libro, um bairro considerado chique, com casas luxuosas e bastante hotéis pela região e por conta da Feira ser muito grande havia muitas pessoas de todo os lugares do mundo. Muitas praças formam o centro histórico de Guadalajara, também há um quantidade de igrejas e muitos museus. As construções são todas com uma arquitetura grandiosa e bonita, não saberei dizer que tipo de arquitetura é cada construção, mas vou colocar algumas fotinhos para ilustrar. Gostei muito do centro histórico, andei muito por ele, fui pelo menos unas quatro vezes. Fiquei 10 dias na cidade. Tiramos fotos, fizemos vídeos conversando sobre aspectos do local coma historiadora Manu Nascimento (vou colocar o link aqui também para verificarem). Experimentei restaurantes não tão bons assim e um muito bom e bonito, Bar Benito, super recomendo, voltei duas vezes, porque ali conseguia comer, nos outros lugares passava mal, muy pica todas as comidas até aquelas que você pedia sem pica. Eu já tava ao ponto de sair gritando pela cidade que odiava pica kkkk. 

Como nos primeiros dias estava sozinha, pois a minha companheira de viagem chegaria mais no final da semana, eu fiz aquele tradicional passeio de ônibus turístico para poder reconhecer os locais e depois fazer as rotas a pé e conseguir identificar os espaços. Como o espanhol dá para compreender algumas coisas, o passeio foi bem interessante. Gostei mesmo, a minha memória fotográfica super adorou, pois depois eu passava nos lugares e reconhecia e sabia um pouquinho da história. O Tapatío Tour circula por quatro trajetos eu fiz os dois primeiros: Guadalajara, Zapopan (outro município), Tlaquepaque e Tonalá. O ponto de partida do ônibus turístico é na Plaza de los Hombres Ilustres. Tirando o ônibus turístico andei de transporte coletivo que era uma aventura pegar um. Os ônibus são bem antigos e muitos paravam no meio da rua, em outra faixa, e aí no meu caso tinha que correr até o meio da rua e perguntar para o motorista se passava no local que desejava ir, falando um portunhol e o pior quando o ônibus não passava tinha que voltar pelo meio dos carros kkk. Uma vez fiquei um tempão no ponto de ônibus esperando o que havia me indicado, que nunca passou, pois ele passava no ponto seguinte, e com certeza eu devo ter perdido vários outros que iriam para o mesmo lugar kkkk. Os táxis, preto e amarelo, também são bem antigos, vi poucos com ar condicionado rodando pela cidade. Porém existe um outro táxi, branco com linhas vermelha e verde que saem do aeroporto, esses já são carros mais atuais e novos. 

Num desses caminhares pela cidade, vimos o Seu Madruga, certo que era um artista fazem uma imitação, mas pensa na felicidade da pessoa ao ver o Seu Madruga, parecia uma criança kkkk. O Mercado da cidade é gigante, há de um tudo, desde produtos artesanais, comidas, frutas, bichos, pisca pisca de natal, roupas, sandálias de couro, enfim, de um tudo mesmo. Eu ganhei uma bolsa de Frida Kahlo da Manu. Super tinha gosta da bolsa e aí voltamos para procurar a tenda que vendia e tal, alguns minutos circulando pelo Mercado até encontrar e aí ao chegar no Brasil eu saio super feliz com a minha bolsa exclusiva de Guadalajara e o que acontece? A minha primeira saída encontro um cara na rua que está com o mesma bolsa. Como assim gente? Pode isso Bial?? Me caiu os butiá do bolso kkkk. 


O que dizer disso tudo. Foi uma experiência profissional para a vida. Até então nunca havia imagina viajar para o México e agradeço o trabalho feito na Acho Digno que tem proporcionado essas trocas, esses intercâmbios. Acompanhem a nossa revista. São três anos de existência, fazendo imprensa negra, apresentando a cultura negra de alguns locais, a sua arte, os seus artistas, nos inspirando, refletindo e admirando o trabalho do próximo. Acreditamos também naquele ditado “nós por nós fazendo a diferença” sem esperar por essa mídia tradicional que faz questão de nos deixar invisíveis. A união nos fortalece e saber o que estamos produzindo nos ergue e nos faz ter garra para seguir em frente.  Aguardem a nova edição da Acho Digno Internacional / México e outros países para conhecer mais um pouquinho do que vimos por lá. Compartilhar informação é essa a nossa tarefa nesse mundão. 




















Link do vídeo: https://www.facebook.com/camila.demoraes.96/videos/vb.100000323368934/1683017468385682/?type=3 

Novembro Negro Expandido 
https://www.youtube.com/watch?v=2iZrV4FpfP4

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Estamos vivas! Com 30 anos de existência e contrariando as estatísticas desse país racista, conhecido como Brasil







Essa semana eu vi a Bio da revista Muito do Jornal A Tarde no qual foi com essa pessoa que escreve aqui. O título dizia: "O ativismo abre caminho". Sabe como é né? Você concede uma entrevista e a repórter faz a matéria/notícia e dá o título. Nesse caso eu gostei e voltei a refletir. Tudo que foi trilhado até aqui foi por esse caminho e sou muito grata por isso.








A Dinda Con (Maria Conceição) solicitou que escrevesse um artigo falando desse caminho e eis que ele foi publicado na tese de doutorado de Maria Conceição Lopes Fontoura intitulada: INVASÃO / OCUPAÇÃO DA UFRGS: diálogo com docentes de cursos de licenciaturas sobre Programa de
Ações Afirmativas e Educação das Relações Étnico-Raciais-ERER. PPGEDU/FACED/UFRGS, na data de 31.10.2017.

Para minha surpresa na defesa da Dinda Con como lembrança tinha esse outro artigo (foto), no qual escrevemos juntas para o jornal Zero Hora, quando ainda era estudante de jornalismo do IPA/RS, falando sobre a necessidade de adotarem ações afirmativas nas universidades federais. O nome do artigo é "A hora da reparação na UFRGS". Lembro que nesse período de aprovação de cotas na Universidade do Rio Grande do Sul, junto com uma série de outras pessoas ocupamos a universidade por dias, fizemos uma série de ações e até hoje tem forte na mente a lembrança de quando o Reitor estava nas escadarias da Universidade cercado por uma multidão e nós gritávamos "Quem não pula é racista, quem não pula é racista". Era uma massa de pessoas tudo pulando ao mesmo tempo e o Reitor foi obrigado a pular junto.

Bom, essas e outras ações ficam marcadas na nossa história e trilham o nosso caminho. Sim o ativismo abre caminhos, pois a minha vida negra importa, as nossas vidas negras importam. Agora segue o artigo novo.
Viva as cotas!!! Sou cotista!!!

Estamos vivas! Com 30 anos de existência e contrariando as estatísticas desse país racista, conhecido como Brasil. Não apenas a minha pessoa resiste nesse território, mas os meus também cuja a sua sobrevivência foi possível devido aos seus pais militantes do movimento negro ao lado de grandes mulheres e homens negros fizeram e fazem a história da nossa sociedade. Além de ser oriunda dessa família também sou filha do sistema de cotas no ensino superior. Vinda de uma rede pública de ensino na educação infantil, fundamental, e ensino médio. Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pelo Centro Metodista do Sul - IPA, em Porto Alegre -RS, com bolsa de 100% para estudantes negras/negros, e atualmente graduanda do Bacharelado Interdisciplinar em Artes da Universidade Federal da Bahia, com cotas para estudantes negras/negros. Analisando essa história e de tantos outras pessoas negras é possível perceber a importância da implementação de políticas de ações afirmativas e as mudanças positivas que geram na população, pois a educação é matéria de todo o tempo. O conhecimento é o nosso maior poder. A partir dessa trajetória de estudos foi possível realizar tantos sonhos como a criação de um veículo de comunicação destinado para comunidade negra, a revista eletrônica Acho Digno. A troca de experiências, a inspiração no trabalho do outro, o espelho, a admiração por uma população negra que tanto luta por direitos e vida digna nos permitiu realizar uma residência artística de dois meses em New York (EUA) para conhecer mais sobre as nossas identidades transatlânticas. A luta está no nosso DNA, o caminho escolhido por mim foi por meio da comunicação e da arte, seja com a revista Acho Digno ou no cinema com o longa-metragem O Caso do Homem Errado, denunciamos o estado genocida que mata a nossa juventude negra, mas também mostramos as nossas conquistas, vitórias, assumimos o papel de protagonistas da nossa história. Nossos passos vem de longe e sigo no caminho já trilhado por Dona Iolanda Soares de Moraes, Seu Zé Soares de Moraes, Volmes Lopes, Luiz Orlando da Silva, Paulo Ricardo de Moraes, Vera Lopes, Horácio Lopes de Moraes, Quênia Lopes de Moraes. Há família de sangue e a família do movimento negro que tanto nos ensina, meu máximo respeito. Que os nossos sobrinhos, em nome de Aluiatan Roza de Moraes e Tainá de Moraes e a nova geração possam usufruir de um país mais justo e igualitário. Que nunca percamos as nossas referências. Como sempre lembra a socióloga baiana Vilma Reis parafraseando Lélia Gonzalez, “em uma sociedade racista, uma pessoa negra tem que ter nome e sobrenome, senão o racismo coloca o nome que quiser”, então me apresento, sou Camila de Moraes, jornalista, cineasta, produtora cultural, uma mulher negra brasileira. 






terça-feira, 28 de novembro de 2017

Para alguns cafona para outros uma forma de experimentar nova cultura

Ainda bem que somos seres humanos e pensamos diferentes. A diferença do fuso horário de Guadalajara (México) para o Brasil é de - 4 horas. Hoje acordei uma mensagem em meu celular, sim durmo com o celular perto da cabeça, sei que faz mal, ainda tentando mudar esse hábito até porque as vezes tenho vontade de tocar ele longe de tanto que vibra. Mas voltando para mensagem, eis que resolvo abrir e era uma conhecida comentando essa foto (que está ao lado de chapéu) falando o quanto cafona era. Com certeza ela estava falando com outra pessoa e sem querer encaminhou para mim. Fiquei chateada por um instante em saber que pessoas conhecidas possam fazer esse tipo de comentário, mas ao mesmo tempo em impulsionou a escrever esse texto, pois como havia dito que essa trip viria com textos sobre a cidade, porém a minha rotina aqui ainda não havia me deixado parar em frente ao computador para escrever. Então lá vamos nós, porque a proposta aqui é falar de Guadalajara e as novas experiências e gaf.

Rotina: Acordo cedo, mas não levanto. O celular já ta a mil com mensagens do Brasil que já ta no meio da manhã. Ainda escuro na cidade. Quando consigo levar a rotina é conhecer os locais da cidade, ir para as atividades obrigatórias com prazer, comer, passar mal, tirar fotos, viver a experiência de outra cultura, pedir informação, e pedir mais informação, caminhar bastante e voltar exausta para casa.

Desde que cheguei na cidade estava procurando um chapéu típico, colorido para tirar foto lógico e quem sabe, se sobrar grana, comprar um, mas como colocar na bagagem? Quanto a foto cafona, saiba que ainda entrei na fila para fazer a foto. Sim que quis, para mim não é ser cafona e sim uma diversão e ainda bem que temos olhares diferentes sob diversas perspectivas de mundo.


As pessoas aqui percebem que não sou da cidade. A cor da minha pele, o meu cabelo, o meu modo de vestir, tudo denuncia. Certa vez estava andando num museu e uma família me parou para saber de qual lugar do mundo que era. Quando falo Brasil as pessoas aqui conhecem bastante sobre a nossa cultura, fico até meio sem graça, porque até então pouca coisa sabia sobre Guadalajara. Ontem, na Feira do Livro estava com um macacão verde da Mada Negrif, um lenço azul na cabeça (era para ser um turbante, mas não consegui fazer kkk) e uma capona cinza por cima. Um grupo de cinco jovens me cutucou, duas meninas e três meninos, todos brancos. Olhei para trás, parei e aí me perguntaram se falava espanhol e pediram para tirar uma foto comigo, pois segundo eles estava muito bonita. Ganhei o dia. Conversamos um pouco sobre a Feira e a cultura de cada estado e seguimos em frente, cada um em sua direção.

Em outra ocasião estava no centro histórico assistindo a intervenção artística de uns meninos que pulavam mega alto e umas crianças que faziam algo incrível com seus corpos e dava risada com aquele espetáculo até que senti uns flash em minha direção. Virei o corpo e voltei a prestar atenção na apresentação, mas os flashs não param aí olhei bem séria para o cara e perguntei: "É verdade que você está tirando foto minha sem se quer pedir autorização?" Ele se virou e foi embora. Há uma diferença nos dois modos de agir e enxergar o mundo. Podemos ter mais delicadeza, podemos ser mais gentis com os nossos e com o próximo.

Comidas: Tenho tentado me permitir experimentar novos sabores, tudo sem pimenta é claro. Geral me avisando que a comida mexicana é forte. Achei que estava preparada. O pior é que tenho experimentado umas comidas boas, saborosas no início, como com prazer, tá certo que um taco com repolho não gostei muito, mas os outros pratos era mega bom até passar algumas horas. Pra quê? Para que algo acontece em minha barriga. Ontem cheguei como na casa que estou hospedada? Querendo ir direto ao banheiro e toda a família estava na sala e ainda queriam conversar, saber como foi o dia. Um espanhol rápido que demoro para entender, um português que eles não entendem, uma conversa básica de 15 minutos vira algo de 45 minutos e eu fico como?? kkkkkk

Bebidas: Me avisaram bastante para não aceitar bebida de estranho, levar sempre o como consigo para todos os lados, pois há um alto indicie de pessoas que passam mal ao ingerirem substâncias que são colocadas em suas bebidas sem a sua permissão. Sabendo disso e tentando tomar o maior cuidado vou ao supermercado fazer comprar para a casa e a primeira coisa que me oferecem é uma dose de uma tequila. Aceitei de imediato. Eta coisa forte! E depois de conseguir terminar o copo me lembrei que não deveria aceitar bebida de estranho, putz .... Mas acho que em supermercado pode, né? kkkk

Airbnb: Minha primeira vez e está sendo ótima. Melhor que muitos hotéis que já fiquei. Uma casa
enorme, uma suite maior ainda (pense aí), num bairro chique e pertinho da Feira do Livro. A dona da casa uma querida, todos os dias prepara para mim um prato de frutas cortadas e suco. Tem um fruta que não sei o nome e o gosto é bem diferente. Tem que comer, né? Mas tudo certo, vamos em frente. No primeiro dia não sabia chegar no endereço. Ela não queria que fosse de táxi porque não confiava. Não queria que fosse a pé porque podia me perder. Chamou um motorista amigo que não podia fazer a corrida. Então ela parou o que estava fazendo e me levou de carro até o local. Dona Maria Elena uma fofa demais. Super recomendo. Quem quiser contato em Guadalajara é só me avisar. Fica a dica.

Guadalajara: Uma cidade grande. Comparando ao Brasil dizem que está na proporção de São Paulo. Uma cidade limpa com bastante verde. Vi poucas pessoas pedindo na rua. Vi apenas três pessoas negras. O ônibus daqui parecem de filme da década de 50 e se chama caminhão. As pessoas falam "Pega o caminhão tal. Você pegou o caminhão hoje?" Fico pensando: Que caminhão gente? Até que depois caí a ficha, mas sempre penso a mesma coisa kkkk. Muito abestada. E o bonequinho da sinaleira! Dou risada sozinha. Ele fica andando enquanto você pode atravessar e aí quando o tempo vai acabar ele começa a correr. Acho que só eu dou risada disso, mas dou toda hora que vejo uma sinaleira kkkk. A Feira Internacional de Livros é mega gigante com gente de todo mundo. É uma das feiras mais importante que existe e isto situa Guadalajara como um polo comercial e cultural. Este ano Madrid (capital da Espanha) é cidade homenageada. Todos os dias muitas atividades e muito cultura nova.

Bom, a minha meta é a Glória Maria com mais de 15 passaportes com todas as folhas carimbadas. Eu já tenho dois passaportes, tá certo que um ficou sem carimbo, mas o atual já tem as duas primeiras páginas cheia de carimbo kkkk. Sendo cafona ou não vou vivendo as melhores experiências, que nem em sonho se quer eu podia imaginar. Só tenho a agradecer!!! Eternamente grata por todos os sonhos e projetos realizados em conjunto.